Por Daniel Charles Schmitt: No clássico disputado na Arena Simon, o Brusque venceu o Carlos Renaux por 1 a 0, em um duelo marcado por ajustes estratégicos e leitura de jogo precisa. O gol que definiu o placar veio ainda no primeiro tempo, aos 35 minutos, com Pedro Medeiros aproveitando um espaço na entrada da área e finalizando com precisão.
O Carlos Renaux iniciou a partida buscando maior posse e verticalidade, explorando os corredores laterais e tentando infiltrar entre linhas do Brusque. Apesar do volume ofensivo, esbarrou na compactação defensiva do adversário, que manteve linhas próximas e bloqueou os principais caminhos para finalização.
A expulsão de Alisson Cassiano, aos 11 minutos do segundo tempo, obrigou o Brusque a reorganizar o sistema em um 4-4-1, reduzindo espaços no meio-campo e na defesa, protegendo a entrada da área e garantindo equilíbrio diante da pressão adversária.
Com a vantagem numérica, o Carlos Renaux passou a pressionar mais, mas sua ofensividade se limitou a cruzamentos e tentativas previsíveis, sem conseguir criar chances claras de gol.
O Brusque, mesmo com um jogador a menos, demonstrou disciplina tática, solidez defensiva e capacidade de gestão do resultado, evidenciando a importância do bloco baixo como estratégia para controlar o jogo e explorar contra-ataques quando possível.
Em resumo, o triunfo do Brusque veio da organização defensiva e inteligência tática, além da efetividade do gol de Medeiros no primeiro tempo.








