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Operação da Polícia Civil investiga empresa química de Pomerode suspeita de espionagem industrial

Por ECX Online

POMERODE – Uma empresa do setor químico localizada em Pomerode, no Vale do Itajaí, tornou-se alvo de uma investigação por suspeita de espionagem industrial.

A apuração é conduzida pela Polícia Civil de São José dos Pinhais, no Paraná, que realizou na manhã desta quarta-feira (18) uma operação para cumprir mandados de busca e apreensão relacionados ao caso.

As diligências ocorreram tanto na sede da empresa investigada quanto nas residências de quatro pessoas que estão sendo investigadas no inquérito.

Durante a ação, os policiais recolheram diversos materiais que podem contribuir para o avanço das investigações, entre eles celulares, computadores e documentos.

A suspeita surgiu após uma denúncia feita por uma empresa concorrente do mesmo ramo. A Siderquímica, sediada no Paraná, afirma que informações confidenciais teriam sido compartilhadas de forma irregular com a companhia catarinense Ekonova.

Segundo a denúncia, ex-funcionários da empresa paranaense podem ter repassado dados considerados sigilosos, que posteriormente teriam sido utilizados pela concorrente no desenvolvimento de tecnologias industriais. 

Além da coleta de equipamentos eletrônicos e documentos, a polícia também recolheu amostras de produtos fabricados pela empresa investigada.

O material passará por análises laboratoriais com o objetivo de comparar fórmulas e verificar se houve possível utilização indevida de tecnologias ou processos industriais protegidos.

De acordo com a Polícia Civil do Paraná, a investigação busca esclarecer se ocorreu o uso ilegal de informações industriais protegidas, bem como a eventual reprodução indevida de tecnologias desenvolvidas pela empresa denunciante. O caso também apura possíveis práticas de concorrência desleal no mercado químico nacional.

Caso as suspeitas sejam confirmadas ao longo das investigações, os envolvidos poderão responder por crimes como associação criminosa, concorrência desleal e violação de segredo industrial.

Até o momento, ninguém foi preso.

 

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